domingo, 13 de outubro de 2013

Conhecendo o SOROBAN


SOROBAN

O ÁBACO JAPONÊS


Soroban é o nome do ábaco japonês. O ábaco é um dos instrumentos de cálculo e registro numérico mais antigos da história da humanidade. Ele foi utilizado por diversos povos e civilizações, entre eles os babilônios, os romanos, os árabes e os chineses. Não se sabe ao certo quando o ábaco foi inventado, embora haja indícios de que os babilônios já utilizavam esse instrumento desde o século III a.C. Na China, o ábaco surgiu por volta do século XIII, com o nome de suan-pan, que significa “tábua de contar”. 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Assim se aprende – Adaptação do Currículo


Acolher é preciso, mas garantir que os alunos aprendam também é essencial.

Para complementar a construção do conhecimento, no tocante à educação inclusiva,  se faz necessário flexibilizar o currículo adaptá-lo para contemplar as necessidades educativas de um aluno ou mais e garantir também a aprendizagem dos conteúdos.

A oficina “Conhecendo o Soroban” foi muito gratificante, todos os alunos participaram e aprenderam sobre este instrumento maravilhoso que colabora com a aprendizagem das pessoas com deficiência visual.

Para nossa surpresa, ao compartilharmos nossas experiências com a professora da sala de apoio, fomos solicitados na criação de um Soroban para um aluno da nossa escola que tem deficiência visual, para que ele possa desenvolver a habilidade de contar.

Neste momento, todos ficamos emocionados e sentimos que nossa aprendizagem realmente foi significativa e que estamos numa escola totalmente inclusiva.




 

 


domingo, 6 de outubro de 2013

Relato de Vivência



A EMEFM Guiomar Cabral possui sala de recursos para atender os alunos com necessidades especiais. A professora que atende os alunos, em horários diferenciados, faz um excelente trabalho, e logo que ingressei procurei observar as atividades que eram propostas aos alunos.

Como todos sabem os alunos com necessidades também frequentam regularmente as aulas com os especialistas e no meu caso, deparei-me com a velha pergunta: o que vou fazer? Como e o que ensinar durante as aulas regulares?

Após uma conversa com a professora da sala de recursos fiquei mais tranquila. Ela me orientou que não ficasse preocupada e que propusesse aos alunos atividades mais lúdicas.

Em especial, quero relatar minha experiência com o aluno F, que possui espectro autista.

No início percebi que o mesmo, já na adolescência, não fala muito, está sempre sozinho, durante a aula às vezes manifesta um grito, não conversa, porém tudo que é passado no quadro ele copia. Todo o dia o cumprimentava, porém não havia resposta. Resolvi, seguindo as orientações a professora da sala de recursos,  trazer alguns jogos. Apresentei um jogo simples de memória dos números, e para minha surpresa, ao invés de falar o valor os algarismos, ele leu o número apresentado, respeitando o valor posicional.

Também apresentei a ele o Cubo de Rubik (cubo mágico), que é muito estimulante e não requer uma solução imediata. Após algumas tentativas, ele o deixou de lado.

Uma experiência legal foi quando utilizei o Tangran, atividade na qual todos os alunos participaram. Solicitei que o mesmo identificasse as formas geométricas, havendo dificuldade apenas no paralelogramo.

Com relação à composição de figuras (casa, barcos, etc), o mesmo apresentou uma certa dificuldade, porém mostrou-se bastante interessado.

Tudo isso é muito gratificante, são os primeiros passos, que considero os mais importantes para qualquer caminhada.

Tony Melendez - superação

Existem imagens que falam por si só, aqui está um exemplo de superação.